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Como o treinamento influencia os resultados na operação intralogística

 

Publicado em 04/12/2020

* Por Lauro Carvalho

 

Engana-se quem espera grandes resultados em vendas e fidelização de clientes exclusivamente com a oferta de produtos. Essa conta há tempos já não fecha mais. Hoje, todos nós consumimos serviços. Sendo assim, procuramos aqueles que melhor entregam soluções a nossos “problemas”. O produto, então, passa a ser uma parte desse serviço. Diante dessa nova abordagem, encontramos como melhor recurso para ajustar essa miopia no modelo de negócio a capacitação. Refiro-me tanto no treinamento dos colaboradores quanto de nossos clientes. Em outras palavras, serviço também abrange ensinar ao nosso público em como obter a máxima eficácia dos produtos que oferecemos.


Por esse motivo, no setor logístico, o treinamento ganha cada vez mais relevância. Treinamentos ganharam protagonismo na estratégia de negócio. Essa formação qualificada é um benefício tanto para o operador quanto para o gestor de intralogística e a empresa em si, uma vez que a capacidade total do equipamento só pode ser entregue por um operador de máquinas bem treinado. O efeito é em cadeia: passamos a suprir uma carência de intralogística da indústria e do comércio, assim como usamos o mesmo treinamento como uma ferramenta de inovação, com informações preciosas para as áreas de pesquisa e desenvolvimento.


Os conteúdos abrangem desde a funcionalidade de nossos produtos, que vão de técnicas de operação aos benefícios das baterias de íons de lítio, até orientações sobre segurança, pós-vendas e o uso do equipamento correto nos diversos tipos de operações. Parafraseando uma antiga expressão do varejo, de que servir bem é servir sempre, o setor logístico pode definir perfeitamente esta nova visão de negócio com a expressão “treinar bem para servir sempre”.

 

A oportunidade do novo cenário

Como toda crise pode trazer uma grande oportunidade, após as restrições impostas na prevenção da Covid-19, o mercado precisou reagir rapidamente e de maneira eficaz para as estratégias de negócios não fossem impactadas. Na Jungheinrich, passamos a criar mais conteúdo na área de treinamentos. Grande parte dos cursos passaram a ser ministrados virtualmente e, sem a limitação física, o volume de trilhas propostas e de interessados cresceu exponencialmente.

 

Quem já investia em realidade virtual largou na frente

Outra tecnologia que impulsiona empresas há um bom tempo é a realidade virtual. Oferecemos o VR Training Simulator, um simulador de empilhadeiras. Esse serviço diferenciado no mercado também ganhou ainda mais relevância neste momento de pandemia, oferecendo uma rápida e eficiente solução tanto nos treinamentos quanto nas contratações.
O software simula o ambiente de operação e oferece quatro níveis de aprendizado, que incluem: funções do equipamento; condução com segurança; operação para coletar e empilhar paletes; navegação e busca por paletes dentro de um armazém com estruturas de altura elevada. 


A tecnologia permite a capacitação e atualização técnica de operadores e, consequentemente, traz a redução dos riscos de acidentes em operações mais perigosas. Também pode ser utilizada para verificar habilidades de um candidato durante o processo de contratação.


Por se tratar de realidade virtual, o simulador promove economia de até 40% nos treinamentos de condutores, ocupa apenas 1% do espaço de um curso de capacitação convencional e reduz a 0% o risco de acidentes durante a capacitação.

 


Lauro Carvalho é head de treinamento para a América Latina da Jungheinrich
 

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