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Última milha: solução alia tecnologia e localização estratégica

 

Publicado em 28/01/2021

*Por Luciano Montenegro de Menezes



Com a ajuda da internet, existem atualmente mais de quatro milhões de pessoas operando no formato de vendas diretas. Além dos inúmeros negócios que já utilizavam as plataformas on-line para as vendas, e os que migraram para lá com o início da pandemia, o desemprego no último trimestre atingiu número record e, sem muitas oportunidades no mercado convencional, mais pessoas viram neste formato de vendas uma oportunidade promissora, dando ainda mais forças ao setor.

Só no primeiro semestre de 2020, o e-commerce brasileiro cresceu aproximadamente 145% a mais em relação ao mesmo período do ano anterior, quanto registrou também o faturamento de R$ 75 bilhões durante o ano. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), só no período de Natal em 2020, as vendas apresentaram um aumento de 77% em relação ao ano de 2019. Mas, na contramão desta ascensão do segmento, o Procon divulgou que as reclamações referentes às compras on-line em 2020 aumentaram 285% se comparadas ao ano anterior.

A pandemia, que ajudou a impulsionar o comércio eletrônico, evidenciou também as inúmeras dificuldades das empresas em atenderem tal demanda. “O problema foi que um número significativo dos varejistas, até mesmo por conta da crise instaurada pelo novo coronavírus, focou apenas em vender, e quesitos como entrega e atendimento acabaram ficando em segundo plano”, explica Erik Penna, que é consultor de negócios e especialista em vendas.

De acordo com o especialista, estes pontos representaram um dos principais erros cometidos no ambiente de vendas on-line. “Se o cliente não vai até a loja, a loja deve ir até o cliente, não resolve apenas vender, é preciso atender e entregar produtos com excelência, seguindo a necessidade de cada consumidor, utilizando-se de soluções inovadoras”.

Para Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP, o comércio estava preparado para vender, mas não estava preparado para entregar. Ele afirmou que, em um momento de pandemia onde as compras on-line eram fundamentais para a população, as empresas não deram conta do recado. A mesma pesquisa mostrou que, os principais problemas apontados pelos consumidores foram: atraso ou não entrega do item adquirido, somando 70.279 queixas em 2020 contra 19.124 em 2019.
A “última milha”, que se refere à rota final de uma entrega, costuma ter papel crítico na logística, e a demora na entrega ainda é apontada como um dos principais problemas enfrentados pelo e-commerce. Durante o caos instaurado pela pandemia, o problema piorou, mas, foi possível também evoluir e descobrir serviços e soluções tecnológicas que chegavam para somar às necessidades do “novo normal”, e o M3storage chega justamente como uma solução para este desafio.

Você já ouviu falar em boxes digitais de autoarmazenamento? Como uma solução tecnológica, prática e, o melhor, com investimento acessível, este tipo de serviço vem atraindo novos perfis de consumidores. Esqueça a ideia de depósitos escuros que serviam apenas para estocar objetos grandes ou de pouco uso. O consumidor mudou, o mercado mudou, as empresas amadureceram e as exigências atualmente são completamente diferentes. Com novo conceito, os boxes do M3storage, que são alocados em pontos estratégicos da cidade, como shoppings, supermercados, hotéis, e até mesmo condomínios residenciais, recebem diariamente grande movimentação de pessoas para diferentes utilizações.

Quando se fala em galpões de armazenamento, é preciso estratégia para, da melhor forma, escolher um local que facilite a movimentação dos produtos, já que, esta etapa influencia diretamente nos negócios e vai, inclusive, afetar os valores e a experiência de compra oferecida ao consumidor. Claro que, dependendo da quantidade de artigos que precisarão ser estocados, será preciso locar um espaço grande, mas, atualmente, já é possível contar com as soluções oferecidas pelos boxes digitais da M3storage que, alocados dentro do grande centro, possibilitam a estocagem ou sua redistribuição estratégica e conseguem otimizar a logística de entrega. E tudo isso à preços acessíveis!
Quantas vezes uma pessoa não deixa de comprar quando é informado de que seu pedido demorará a chegar? Mas, já pensou em vender pelas plataformas digitais e poder entregar o produto no mesmo dia? Sem demora, complicações ou adição de valores exorbitantes? Pois é, esta realidade já existe e com certeza ajudará a fidelizar o cliente, que atualmente tem perfil antenado e anseia por soluções práticas e rápidas.
Por meio de "um clique" através do app, WhatsApp, link e até mesmo SMS, é possível realizar a abertura de um box digital nas diversas localidades onde estão disponíveis a operação. Tudo é monitorado 24h, oferecendo aos clientes total segurança.

A solução pode ser configurada de acordo com cada necessidade, por exemplo, uma empresa que utiliza o box como última milha, para a retirada de inúmeros produtos, pode contratar um serviço que integre vários pequenos boxes, ou uma estação toda, e utilizá-la como ponto de retirada de mercadorias. Um vendedor que precisa viabilizar algumas entregas específicas, pode locar apenas um box e intercalar as retiradas. 

Ou, um empreendedor do e-commerce pode utilizar o espaço para estocar e viabilizar a entrega dos produtos, que inclusive, poderão ser enviados por meio da “entrega verde” já que a operação conta com pontos estratégicos e são alocadas onde está o cliente final. Tudo é estudado e desenvolvido para que a melhor experiência seja ofertada.
A M3storage já conta com a operação de 20 pontos em todo o Brasil, e traçou um plano de expansão que inclui a abertura de mais 50 unidades distribuídas entre a Grande São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Goiânia e Curitiba.

 


Luciano Montenegro de Menezes é CM Brasil M3storage

 

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