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Amazon compra 11 aviões para ampliar capacidade de entrega

 

Publicado em 06/01/2021

Meta da gigante do e-commerce é ter 85 aeronaves até 2022, aumentando sua rede de distribuição entre centros de entregas

 

Ampliar sua capacidade de entrega, com tempos cada vez menores, definitivamente, é a meta da Amazon.
A gigante do e-commerce anunciou a compra de 11 aviões - Boeing 767-300 da Delta e WestJet – e dessa forma chegou mais perto do plano de expandir sua rede destinada à logística de distribuição entre centros de entregas para 85 aviões até 2022.

As aeronaves entrarão em operação na Amazon Air até 2022 e representam a primeira aquisição de veículos por parte da empresa. Lançada em 2016, a esquadrilha conta com aeronaves alugadas e próprias. Atualmente, mais da metade das entregas nos EUA são atendidas pela rede de logística, que pretende dar à empresa a possibilidade de encerrar sua parceria com a FedEx e a UPS.

 

“Ter uma combinação de aeronaves arrendadas e próprias nos permite gerenciar melhor nossas operações, o que por sua vez ajuda a manter o ritmo no cumprimento das nossas promessas aos clientes.” - Sarah Rhoads, vice-presidente da Amazon Global Air.


O hub aéreo da Amazon no estado de Kentucky, que custou US$ 1,5 bilhão, deve ser inaugurado ainda este ano.
Quatro aeronaves adquiridas da WestJet em março passado estão atualmente passando por conversão – deixam de ser aviões de passageiros para transportar apenas carga – e devem entrar em funcionamento ainda em 2021. Os sete 767-300 da Delta entrarão na rede de carga aérea da Amazon no ano que vem. A empresa continuará a contar com transportadoras terceirizadas para operar as novas aeronaves.

A Amazon está aproveitando a queda nos preços dos aviões devido à pandemia do novo coronavírus para ampliar sua esquadrilha. Por outro lado, companhias aéreas têm se apressado em reduzir sua quantidade de veículos à medida que a demanda de passageiros cai em todo o mundo.

Modelos Boeing 767-300 estão cerca de 15% mais baratos em comparação com o início de 2020, de acordo com a empresa de consultoria de aviação Ascend by Cirium. As aeronaves da Delta, em particular, têm cerca de 20 anos e estariam avaliadas em cerca de US$ 14 milhões cada.

 

 

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