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Com centro logístico tecnológico, Monsanto aponta novos rumos e desenvolvimento

Publicado em 23/07/2018

Projeto que utiliza tecnologia de última geração previne atrasos em entregas e antevê desafios que impactem a operação e o atendimento dos clientes

A Monsanto do Brasil lançou o “Logistics Smart Center”, o primeiro centro logístico da companhia a utilizar tecnologia de ponta para monitorar indicadores e informações operacionais. Com o sistema, é possível visualizar, em tempo real, das operações end-to-end – da transportadora até o cliente – e de todas as etapas desse processo, incluindo deslocamento de carga e armazenamento de produto. A nova plataforma também possibilita prever situações críticas, o que permite agir com antecedência e minimizar possíveis impactos na operação e na satisfação dos clientes.

Localizado na unidade de São Paulo, o “Logistics Smart Center” é composto por dez monitores touchscreen, pelos quais a equipe de Supply Chain da Monsanto acompanha as operações e utiliza ferramentas estatísticas e analíticas, algoritmos e machine learning de forma integrada para monitorar todas as etapas.

Segundo o líder das operações logísticas da Monsanto no Brasil, Johnny Ivanyi, o novo espaço chega para completar uma transformação estratégica iniciada em 2014. “[Essa transformação] teve como objetivo evoluir a eficiência e o nosso controle operacional, assim como melhorar a experiência dos nossos clientes”, afirma.

A transformação na área de Logística e Customer Care da Monsanto foi baseada em três pilares – pessoas, processos e sistemas – e, desde 2014, a área alcançou resultados como a definição de uma nova malha logística e a implantação de novos sistemas capazes de otimizar rotas e prever situações críticas para o negócio, criando um balanço ideal entre custos e atendimento. Benefícios em eficiência, produtividade e nível de serviço foram alcançados com o novo modelo de trabalho preditivo e o uso de ferramentas estatísticas para controlar os processos.

A empresa continuou buscando formas de alavancar a experiência dos clientes e procurou, tanto no mercado brasileiro quanto internacional, exemplos de boas práticas e soluções inovadoras para agregar valor às operações e, a partir destes insights, foi desenvolvido o conceito "Smart Center ou Torre de Controle" para a organização de logística da Monsanto.

“Depois de uma série de benchmarkings e estudos, a equipe decidiu mudar a atuação nas operações logísticas para um modo mais ofensivo, ou seja, acompanhar informações em tempo real para agir antes que algum possível problema aconteça. Além desse modelo, chamado predictive model, todo o sistema de governança logística da Monsanto foi modificado, o que redefiniu a forma de trabalhar de toda a equipe”, conta Ivanyi.

O Logistics Smart Center também possibilitou uma gestão mais eficiente em diversas frentes, como: monitoramento de cargas e dos centros de distribuição em tempo real; monitoramento por câmeras, temperatura e humidade dos centros de distribuição; gestão de estoque e financeira; e a extração e tratamento de dados, uma vez que foi simplificado com a implantação de ferramentas de real time visibility.

O líder da área de Costumer Care da Monsanto para a América Latina, Carlos Ricardo Andrade, revela que as mudanças já geraram resultados, como a elevação de 20% no nível de entregas no tempo correto e redução de 50 mil km de distância percorrida com a melhoria da roteirização, o que também significa 40 toneladas a menos de CO2 na atmosfera. “Com o projeto ainda foi possível implementar oito novas estratégias de otimização de cargas e rotas para um melhor nível de serviço ao cliente, trazendo um benefício direto no controle de custos logísticos”, diz.

Além da sede, localizada em São Paulo, o projeto também foi replicado na unidade de São José dos Campos e o objetivo é expandir para todas as unidades onde há operações logísticas, possibilitando o acesso remoto à plataforma e à nuvem em outras 14 localidades, entre elas Camaçari (BA), Campo Verde (MT), Paracatu (MG), Itaí (SP), Santa Helena de Goiás (GO) e Uberlândia (MG). Além disso, o projeto também está sendo expandido para outras áreas da cadeia de supply-chain, como Customer Service e, para acompanhar esta evolução, já foram investidos mais de 50 horas em treinamento de funcionários.

Outros objetivos incluem aumentar o uso de recursos como Big Data, Internet das Coisas, robotização e automatização dos processos. “Além disso, queremos aprimorar nossa tecnologia com realidade aumentada, e ampliar a capacitação de nossos colaboradores com a metodologia de Lean Six Sigma”, completa o líder de customer care.

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