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Estudo analisa a viabilidade de novos terminais na Bahia

 

Publicado em 13/01/2012

A realização de um estudo para a criação de um segundo terminal de contêineres nos portos baianos e para a criação de um terminal graneleiro no Porto de Salvador será decisivo para a implantação dos espaços. Um contrato assinado entre a Companhia de Docas da Bahia (Codeba) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) permitirá a empresa obter um resultado quanto a necessidade da criação dos novos terminais para atracação de navios. O estudo deverá ficar pronto dentro de um ano.

Se aprovados, os projetos de criação do novo terminal para a operação de contêineres e o terminal graneleiro deverão render investimentos privados de R$30 milhões, respectivamente. Sem contar às melhorias que precisam ser feitas pelo poder público, os investidores precisarão construir berços (áreas para a atracação dos navios), aterro e adquirir os equipamentos necessários à operação.

O Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) dos portos baianos, que também será atualizado pela FGV, prevê, atualmente, em Savador, um novo terminal de contêineres com um berço similar ao do Tecon. O equipamento seria instalado em uma área vizinha, que viria a ser aterrada. Por sua vez, o terminal graneleiro, para a movimentação dos insumos utilizados pelos moinhos J. Macedo e Canelas, está previsto para uma área anexa à sede da Codeba. O plano atual é construir silos apropriados ao armazenamento dos grãos.

Pesam a favor da decisão, a modernização da operação portuária no mundo, e a ampliação do Canal do Panamá, que levará a aumentos no fluxo e no tamanho dos navios que utilizam à costa brasileira. Além disso, a Bahia vive uma verdadeira cruzada na atração de investimentos e se os portos não acompanharem, serão gargalos.

 

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