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FedEx conta com três cargueiros para suas operações no Brasil

Publicado em 19/12/2011

Instalada no aeroporto de Viracopos, no interior de São Paulo, a FedEx Express – braço da FedEx Corporation que atua no transporte de encomendas expressas – conta com três aviões cargueiros para realizar suas operações no Brasil. Dois são utilizados diariamente. Já o terceiro, fica em stand-by, pronto para entrar em operação caso alguma emergência surja.

A maior das aeronaves, o MD-11, é a responsável pelo trajeto entre Memphis, nos Estados Unidos, onde fica o hub internacional da empresa, e Campinas (SP). Ela parte diariamente, entre segunda e sexta-feira, do hub da companhia no início da manhã e, após 9 horas e 15  minutos, chega ao aeroporto campineiro. No total, o aparelho tem capacidade para transportar até 75 toneladas de encomendas.

Os outros, modelo Boeing 727, ficam estacionados no aeroporto de São Paulo e são utilizados nas rotas para o cone sul (Argentina e Chile). Apesar de serem duas aeronaves, elas não voam todos os dias. Alternadamente, decolam para as capitais dos países atendidos, Buenos Aires e Santiago, respectivamente. Com capacidade para até 20 toneladas cada, esses aviões são os responsáveis pelo transporte das encomendas que têm destino e origens nos países vizinhos ao Brasil.

As encomendas que vêm de Memphis são acomodadas em contêineres grandes, já que a aeronave comporta tais estruturas. Quando chegam a Viracopos e precisam ser redirecionadas para os demais destinos na América do Sul, os pacotes são transferidos para estruturas menores que caibam nos Boeing.

Agilidade

Para que as operações sejam concluídas em tempo, a companhia conta com quase 350 funcionários em suas instalações em Campinas. Parte desse pessoal inicia suas atividades logo depois que o avião decola de Memphis. Documentos são checados e relatórios preparados e enviados à Receita Federal com os produtos que, em breve, estarão em solo brasileiro.

Dessa forma, assim que o voo pousa, a companhia já tem conhecimento sobre quais pacotes estão prontos para seguirem viagem para seus destinos finais no Brasil e quais outros ficaram no terminal esperando para serem encaminhados aos países vizinhos, por exemplo.

O processo todo costuma ser bastante ágil. “Coletas feitas até 15h costumam ser despachadas no mesmo dia”, ressalta Luis Mauri, gerente sênior de operações e trading. “Quando depende da alguma aprovação da alfândega, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou do Ministério da Agricultura, a encomenda expressa pode demorar até três dias úteis para serem entregues”, ressalta.

Exportação

A rapidez das operações também é bastante importante na área de exportação. Assim que o MD-11 chega ao solo brasileiro, a FedEx tem uma hora e meia para descarregá-lo e carregá-lo novamente para que, às 18h, a aeronave decole com destino à cidade americana de Memphis.

No momento da coleta da mercadoria, o funcionário FedEx já faz a checagem da carga, seu conteúdo e documentação. Através de um aparelho chamado PowerPad – um computador de mão – ele já faz a entrada dessas informações no sistema e, assim que a etiqueta é impressa, logo em seguida, o pacote já pode ser rastreado.

Coleta feita, a equipe da central em Viracopos já começa a verificar a documentação de cada uma das cargas. Assim que as encomendas chegam ao galpão, são submetidas à leitura ótica de seus códigos de barra e identificadas se serão inspecionadas pela Receita Federal ou se já estão liberadas. Nesse instante, são também identificados os pagamentos dos impostos de exportação que já foram efetuados anteriormente. A etiqueta emitida já contém essa informação e, assim, os pacotes são alocados nos contêineres que, posteriormente, serão encaminhados às aeronaves.

Viracopos

Historicamente destinado ao transporte de cargas, o terminal campineiro têm recebido um número crescente de passageiros nos últimos anos. De acordo com Mauri, esse aumento de voos comerciais não deve alterar muito o foco de suas operações. “Tipicamente, Viracopos é um aeroporto cargueiro. O número de passageiros vai aumentar muito, mas não vai deixar de ter a característica de aeroporto cargueiro”, finaliza Mauri.

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