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Log registra 1,6% de taxa de vacância mínima no primeiro trimestre de 2021

 

Publicado em 29/04/2022

Companhia entregou 69,8 mil m², já locados, em Goiânia (GO) e Belém (PA) e prevê entrega de mais 103 mil m² de ABL ao longo de 2022; atualmente, 65% do portfólio da Log é locado por empresas ligadas ao e-commerce

Por Christian Presa, com informações de Assessoria de Imprensa


Foto: Divulgação

A Log, desenvolvedora e criadora brasileira de galpões logísticos classe A, divulgou os resultados do primeiro trimestre de 2021. Entre os destaques, a empresa confirmou a entrega, já locada, de 69,8 mil m² de área bruta locável (ABL) nas regiões metropolitanas de Goiânia (GO) e Belém (PA). Com a entrega, a companhia manteve a taxa de vacância mínima em 1,6%.

De janeiro a março deste ano, a Log registrou lucro líquido de R$ 132,3 milhões, uma alta de 8,4% em relação ao mesmo período de 2021. A divulgação dos resultados da empresa traz também a previsão de entrega de mais 103 mil m² de ABL ao longo de 2022.

Segundo o CEO da Log, Sergio Fisher, os resultados indicam a solidez financeira da empresa e reforçam o sucesso da estratégia de negócio. “A demanda por ativos de qualidade como os da Log segue existindo. Vamos seguir demonstrando a força do nosso modelo de negócio no mercado e expandindo nossa atuação.”

A expectativa da empresa é, até o fim deste ano, alcançar a marca total de 414 mil m² de ativos modulares e built to suit – 83% Log –, dos quais 85% já estão pré-locados. Com isso, o portfólio de ativos da companhia será 35% maior do que em 2021.

“Nos últimos 12 meses acumulados, atingimos números recordes de absorção bruta e percentual de galpões pré-locados. Neste trimestre, atingimos uma vacância estabilizada mínima histórica de 1,6%, que reflete a qualidade de nossos ativos e de nossa equipe comercial. Além disso, a inadimplência líquida de Log segue em patamares mínimos, demonstrando a excelente qualidade do nosso portfólio de clientes.” – Sergio Fisher, CEO da Log.

SETOR AQUECIDO PELA EXPANSÃO DO E-COMMERCE

Em reportagem especial da MundoLogística, o crescimento do segmento de condomínios logísticos foi associado à expansão do e-commerce. No caso dos resultados divulgados pela Log, essa relação se confirma: segundo a empresa, 65% do portfólio é composto por empresas ligadas ao comércio eletrônico, distribuídas em transporte, varejo, logística, farmacêutico, bebidas/alimentos e indústria têxtil.

Segundo a Neotrust, o comércio eletrônico registrou faturamento recorde no ano passado, totalizando mais de R$ 161 bilhões com 353 milhões de entregas e fazendo a procura por condomínios logísticos disparar. No ano passado, o segmento – contando e-commerce e outros setores – encerrou o ano com 1,1 milhão de m² locados, uma alta de 88,67% em relação a 2020.

 

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