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Nstech investe em inovação aberta e colaboração para transformar logística brasileira

 

Publicado em 19/10/2021

Reunindo 11 empresas, plataforma atende a 45 mil clientes, possui 2,1 milhões de motoristas de caminhão no banco de dados e projeta faturamento anual superior a R$ 400 milhões


Foto: Divulgação

A logística representa 12,3% do PIB brasileiro, com a movimentação anual de R$ 900 bilhões envolvendo todos os segmentos dessa cadeia. No caso do transporte, o modal rodoviário representa 61% das operações no país. Apesar de predominante, trata-se de um recurso que pode ser mais eficiente e com custo reduzido.

Esse é o posicionamento de Vasco Oliveira, CEO da plataforma de soluções tecnológicos de logística nstech. “Somos um gigante, mas precisamos ser mais eficientes. Não podemos conviver com 18,2 mil acidentes com caminhões nas rodovias federais e 14,1 mil roubos de cargas por ano”, complementa Vasco. 

Para mudar essa realidade, a nstech promoveu o LogFuture, evento que reuniu representantes de todos os elos da cadeia logística para analisar a situação atual e propor soluções. Participaram cerca de 50 empresários e profissionais de embarcadores, transportadoras, motoristas, seguradoras, corretoras, consultores, associações de classe, revendedores de peças e pneus e postos de combustíveis. 

“Nossa proposta é de inovação aberta e processo colaborativo. É essencial envolver todos os elos desse setor fantástico e essencial para o desenvolvimento do país”, diz o CEO da nstech. 

O LogFuture foi dividido em várias fases. Em primeiro lugar, os participantes analisaram os acontecimentos dos últimos 30 anos que interferiram no desenvolvimento da logística no Brasil. A etapa seguinte envolveu a análise das amarras de ordem econômica, política, social, tecnológica, legal e ambiental que impactam o setor e impedem o seu desenvolvimento. Os especialistas presentes também avaliaram as tendências em cada uma dessas frentes. 

“Impressionante constatar que a expressiva maioria dos empresários e profissionais presentes têm visão semelhante em relação às mudanças essenciais para o fortalecimento da logística no país”, assinala Vasco Oliveira. 

O evento também teve discussão sobre os problemas e as necessidades de cada item da cadeia logística para eliminar uma estatística nefasta: 1 morte a cada 15 minutos nas vias públicas e rodovias brasileiras.

A parte final do LogFuture envolveu a discussão sobre ideias e propostas dos vários segmentos para colocar a logística brasileira nos mesmos níveis de outros países, como os Estados Unidos, onde ela representa 7,8% do PIB.

“Saímos do LogFuture muito mais confiantes sobre o acerto da proposta da nstech, plataforma que objetiva utilizar as ferramentas tecnológicas de big data, inteligência artificial e internet das coisas para contribuir positivamente para a melhoria da logística no Brasil, agilizando as entregas, diminuindo custos e, especialmente, com menos roubos e mortes nas estradas.” – Vasco Oliveira. 

Criada em outubro de 2020, a nstech já reúne 11 empresas de vários segmentos da cadeia logística. São elas Buonny, Opentech, AT&M, Brasil Risk, LogRisk, Praxio, Hivecloud, Fusion, I Am Tech, Bsoft e e-Frete. A plataforma já atende a 45 mil clientes, conta com 2,1 milhões de motoristas de caminhão no seu banco de dados e projeta faturamento anual superior a R$ 400 milhões

 

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