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Redução de gastos no transporte para fugir do custo cada vez mais alto

 

Publicado em 14/10/2014

Tecnologia é apontada como aliada do setor

A alta da inflação tem atingido diversos setores do País, entre eles, o de transporte. Levantamento da Associação Nacional dos Transportadores de Carga e Logística (NTC&Logística) mostrou que, no ano passado, o transporte rodoviário de cargas subiu mais do que a taxa. O peso maior foi o do gasto com combustível, pagamento de salários e pneus.

Os dados mostraram que o custo médio do transporte rodoviário subiu mais do que o índice de 5,91%, quando encerrou o ano. A alta de 15% no diesel, de 10,22% com salários e de 12,7% com pneus, totalizando 37,92% de aumento, teria propiciado, apontam os especialistas, o preço mais “salgado” nos custos com o transporte rodoviário.

Com isso, a carga completa, que requer exclusividade do caminhão ou da transportadora, participou do cenário com um aumento de 7,67%. Já com a chamada carga fracionada, aquela que ocupa apenas parte do transporte, o índice passou a 7,85%.

“É quase 2% a mais que a inflação do período. O cenário requer alternativas para a redução de gastos. Acredito que quanto mais ágil e eficaz a gestão da frota, menos oneroso sairá para a empresa. A tecnologia tem um importante papel a cumprir em todo esse contexto”, pontuou Sérgio Guberman, diretor de uma software house, com 20 anos de experiência no mercado de transporte.

Ele explica que há softwares no mercado capazes de garantir a agilidade e a redução de custos. O próprio Guberman desenvolveu um sistema com essa finalidade. “É possível gerir, adequadamente, a pressão, o rodízio e acompanhar o momento da reforma dos pneus, contribuindo, assim, para a diminuição do consumo de combustível.”

 

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