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Segurança em logística: galpões, armazéns e centros de distribuição

Publicado em 19/05/2016

Saiba o que deixa um empreendimento vulnerável e suscetível à ação de criminosos e como se prevenir

Assim como já acontecia em condomínios, residências e empresas, os projetos de segurança para o segmento logístico, galpões e armazéns são cada vez mais customizados e de acordo com os bens armazenados e transportados. Porém, quando se fala em segurança patrimonial, deve levar em questão quais os fatores de riscos que podem deixar o local mais suscetível à ação de criminosos.

Vale destacar que esse segmento tem se mostrado atrativo aos criminosos, pois, muitas vezes, estão localizados em pontos estratégicos, no quesito estradas, para facilitar o escoamento dos produtos, mas, infelizmente, favorece também os bandidos, uma vez que traz ótimas e rápidas rotas de fuga.

Os principais fatores são divididos em duas grandes categorias: riscos internos e externos. Os riscos internos são aqueles cuja gestão depende diretamente de ações em conjunto com o cliente para serem trabalhados, como a melhoria, a mudança e/ou o fortalecimento dos processos existentes, visto que os riscos externos são aqueles cuja solução está fora do alcance do cliente ou da empresa de segurança contratada (aumento da violência e de juros, redução do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)), mas que devem ser monitorados e receber medidas que ofereçam severa redução da vulnerabilidade do cliente.

Segundo o gerente-geral de Operações e especialista em Segurança do Grupo GR, Fabio Milani, em ambos os casos é preponderante oferecer soluções factíveis e que promovam robustez operacional necessária para que os processos do cliente apresentem a maior resistência possível a ações delituosas, e a resiliência necessária para minimizar impactos desfavoráveis. “É importante frisar que consideramos como risco a combinação da probabilidade de um evento qualquer e das suas consequências (sejam financeiras, operacionais ou intangíveis).”

Historicamente, a cultura brasileira não se desenvolveu com bases preventivas, o que possibilitou que os processos fossem concebidos e implantados com falhas intrínsecas, e que hoje promovem ‘fissuras’ onde os criminosos implementam as suas ações. É necessário entender que grande parte dos eventos negativos, quando consumados, tem sua causa raiz em processos anteriores ou, até mesmo, em processos fora da cadeia do que apresentou o problema.

Por isso, é essencial que ocorra a Análise Preliminar de Riscos (APR), para que se conheçam os riscos de forma qualitativa e quantitativamente e, assim, determinar as medidas preventivas e reativas a serem adotadas. “Após a realização do APR e antes de se aplicar as contramedidas geradas, a análise deve se aprofundar, para se obter a proficiência desejada e maior custo-benefício ao cliente. para tanto, é essencial que se realize a Análise de Falha Humana (Human Reliability Analysis (HRA)), pois estudos demonstram que mais do que 50% da concretização das falhas advêm da ação humana, e a Análise dos Modos de Falha e Efeitos (Fault Mode and Effect Analysis (FMEA)), para que se possa categorizar os riscos e determinar as prioridades. A partir do resultado das análises, podemos desenhar os Planos de Gerenciamento de Riscos, Plano de Segurança e Plano de Gerenciamento de Crises”, complementa Milani.

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