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Termotécnica vence Prêmio Abre da Embalagem Brasileira com “DaColheita”

 

Publicado em 08/09/2021

Com benefícios que contemplam diminuição de transit time, melhoria operacional e redução na emissão de gases de efeito estufa, embalagem já é usada na exportação de mangas para a Europa desde o ano passado


Foto: Divulgação

A Termotécnica, empresa especializada em soluções de embalagens em EPS, conquistou o Troféu Bronze do Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira na categoria “Estratégica – Exportação” com a Conservadora DaColheita para transporte de mangas. Essa é a terceira vez que a empresa conquista o prêmio da Associação Brasileira de Embalagens: foi premiada em 2017, na categoria “Design Estrutural – Funcionalidade”, e em 2020, na categoria “E-commerce”.

O Prêmio ABRE também credenciou a Termotécnica a concorrer ao Prêmio Worldstar 2019, um dos mais importantes reconhecimentos mundiais do mercado de embalagens, conquistando o primeiro lugar nas categorias Food e Save Food, com a conservadora DaColheita.

“Com esse reconhecimento, a Termotécnica consolida-se como referência mundial em soluções pós-colheita contribuindo para que frutas, legumes e verduras brasileiras ganhem mais destaque nos mercados internacionais e combatendo o desperdício de alimentos. Agora, estamos novamente credenciados a participar do Worldstar, concedido pela WPO (World Packaging Organization).” – Albano Schmidt, presidente da Termotécnica.

A Termotécnica tem aumentado a atuação na venda de conservadoras para exportações de frutas. O aumento do shelf-life é de até 30% em relação a outros tipos de embalagens, o que possibilita a exportação para locais distantes, com longo transit time.

Cargas aéreas para exportação de manga já estão sendo despachadas para Europa nas conservadoras DaColheita desde 2020. De acordo com os traders, além de ser uma fruta que produz bastante, a manga brasileira é muito rentável para exportação pois tem um grande apelo no mercado internacional, principalmente da Europa. Especificamente para o acondicionamento de manga, as conservadoras produzidas na unidade em Petrolina (PE) acomodam os diferentes tipos e calibres de mangas, gerando ganhos de processo para o produtor e permitindo o uso em vários modais de transporte, que possui funcionalidades adequadas aos processos e qualidades das frutas, além de material 100% reciclável.

De acordo com a Termotécnica, os benefícios quanto aos custos logísticos da conservadora em EPS DaColheita em relação a outros materiais são comprovados. Dependendo do tipo de fruta, em comparação com as embalagens em papelão, por exemplo, as conservadoras em EPS são até 60% mais leves, o que representa também em torno de 6% de economia no frete aéreo.

SUSTENTABILIDADE NO TRANSPORTE DE FRUTAS

Outra questão importante para atender ao mercado externo, principalmente na Europa, é a sustentabilidade. Questões como logística reversa das embalagens e diminuição do desperdício em toda a cadeia são cada vez mais importantes. “O mundo e os mercados estão cada vez mais exigentes quanto à pegada ambiental das empresas e estamos comprometidos com esta agenda apresentando soluções que estão em linha com essas demandas”, afirma o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Neste sentido, desde que iniciou o trabalho junto aos exportadores de frutas, a Termotécnica faz parte da Global Packaging Alliance, uma parceria global para a reciclagem de embalagens.

Recentemente a Termotécnica encomendou um estudo realizado pela consultoria ambiental Green Domus, no qual foram comparadas as emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa) para transporte de cargas de mangas simulando um cenário em conservadoras e paletes de EPS e em caixas de papelão com paletes de madeira. Foram feitos comparativos em transporte combinando os modais rodoviário nacional e aéreo internacional, para Europa, na exportação de manga. O estudo mostra que a utilização de soluções de embalagens em EPS DaColheita contribuem para a redução da pegada ambiental no transporte de frutas.

O comparativo envolvendo os dois tipos de materiais para as embalagens foi realizado com uma carga de manga (110 caixas) entre Petrolina (PE), Viracopos (SP) e Lisboa (POR) – o primeiro trecho por transporte terrestre e o segundo por via aérea. Neste cenário, as emissões de GEE somadas no transporte terrestre e aéreo de manga em embalagens e paletes de EPS foram 5,44% menores que o transporte de manga em embalagens de caixas de papelão e paletes de madeira.

A diferença no transporte de manga foi de 2.492,39 toneladas. Como comparação, essa quantidade equivale a emissões de 88.226 pessoas/dia, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da plataforma SEEG (Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa).

“Nossa abordagem ambiental traz a economia circular na prática. Inclui uma visão integrada desde a concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa, reciclagem e indo até novas cadeias produtivas, fechando o ciclo da economia circular. Pensando na cadeia logística como um todo é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado e que atende às exigências por uma atuação responsável das empresas em termos de sustentabilidade.” – Albano Schmidt.

 

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