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Vacância de condomínios logísticos é a menor desde 2013

 

Publicado em 12/02/2021

Mercado de condomínios logísticos também bateu recorde de absorção bruta e líquida. Expectativa é que vacância caia para 12,43% neste ano

 

A taxa de vacância dos condomínios logísticos de alto padrão no Brasil superou um recorde antigo. O ano de 2020 fechou com índice de 14,54%, segundo pesquisa First Look, realizada pela JLL. O índice é o menor registrado desde 2013, quando o estudo teve início.

Os volumes de absorção bruta e líquida também bateram recorde, tendo acumulado no ano 2,5 milhões de m² e 1,5 milhão de m², respectivamente.
No quarto trimestre, em São Paulo, Westwing foi responsável pela ocupação de 27,8 mil m² em Jundiaí. Cajamar contou com grandes absorções: o Mercado Livre, com 75,8 mil m², e a Ford, com 77 mil m². A montadora também tomou mais de 75 mil m² na região de Sorocaba.

No Rio de Janeiro, a maior negociação foi da Braskem, com mais de 34 mil m² em Duque de Caxias. Outros estados também registraram importantes movimentações, como a Honda, em Manaus, com 15 mil m² e a Amazon, em Pernambuco, com 15 mil m².

 

Perspectivas dos condomínios logísticos para 2021

A previsão para o ano é de que o ritmo acelerado permaneça, especialmente em SP e RJ, e novas negociações ocorram. A projeção de novo estoque é de 1,9 milhão de m² em 2021. Apesar da entrega de mais espaços, a expectativa é de alta absorção e manutenção dos preços.

Segundo a pesquisa da JLL, a vacância dos condomínios deve cair ainda mais e atingir o patamar de 12,43% no Brasil. Em SP, estado que apresenta o maior volume de movimentações, o índice deve ser ainda mais baixo, por volta de 12,29%.
 

 

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