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Volume global de encomendas ultrapassou 131 bilhões em 2020, revela estudo da Pitney Bowes

 

Publicado em 19/11/2021

Segundo o Pitney Bowes Parcel Shipping Index, foram enviados 4.160 pacotes por segundo de janeiro a dezembro de 2020; Brasil obteve o maior crescimento no volume de encomendas ano a ano, com 46% de alta


Foto: Divulgação

A Pitney Bowes divulgou recentemente o novo índice de remessa de encomendas com dados de 2020 de 13 mercados importantes ao redor do mundo. De acordo com o Pitney Bowes Parcel Shipping Index, o volume global de encomendas alcançou a marca de 131,2 bilhões em 2020, o que equivale a 4.160 encomendas enviadas por segundo – um aumento de 27% ano a ano. Em média, foram gerados 34 pacotes por pessoa.

Olhando para o futuro, o índice estima que o volume de encomendas pode chegar a 232 bilhões ou até 303 bilhões em 2026. O resultado mais provável é que o volume de encomendas dobrará nos próximos cinco anos para chegar a 266 bilhões em 2026 com uma taxa de crescimento anual de 8% a partir de 2021- 26.

O Pitney Bowes Parcel Shipping Index, que está na sexta edição, revela que o volume de encomendas aumentou em todas as regiões em 2020, com exceção da Índia. A China continua sendo o maior mercado em volume, com o número de encomendas chegando a 83,4 bilhões em 2020 – 2.643 encomendas enviadas a cada segundo. Com base nas previsões da Pitney Bowes, a China deve se tornar o primeiro país no índice a atingir 100 bilhões de pacotes em um ano, o que provavelmente acontecerá em 2021. O ano de 2020 foi o primeiro em que o volume de pacotes nos EUA aumentou em um ritmo mais rápido do que a China desde o início do Shipping Index.

A receita de encomendas de transportadoras aumentou em todos os 13 países em 2020, alcançando coletivamente US$ 429,5 bilhões – um aumento de 22% desde 2019.

Os EUA continuam sendo o mercado com a maior receita de transportadoras de todas as regiões do Índice. No entanto, países como Estados Unidos, Brasil e Austrália viram as transportadoras mais estabelecidas perderem participação de mercado para os concorrentes.

O índice mais recente apresenta uma nova medida de desempenho, receita por pacote. O rastreamento desse ponto de dados fornece uma visão sobre a capacidade das transportadoras de responder de forma lucrativa às mudanças nas condições do mercado. A França gerou a maior receita por pacote no relatório, com US$ 9,3, enquanto a receita por encomenda da China foi a mais baixa: US$ 1,5.

O BRASIL NO PITNEY BOWES PARCEL SHIPPING INDEX

O Brasil experimentou o maior crescimento no volume de encomendas ano a ano, com 46% para 1,2 bilhão de encomendas, seguido pelos EUA com 37% e Reino Unido com 33%.

O Pitney Bowes Parcel Shipping Index mede o volume e os gastos de remessas business-to-business, business-to-consumer, consumer-to-business e consumer-consigned com peso de até 31,5 kg (70 lbs) em 13 mercados principais, representando 3,8 bilhões de pessoas nos EUA, Canadá, Brasil, Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Noruega, Suécia, China, Japão, Austrália e Índia. Com base em dados proprietários e publicados, o índice se tornou um valor de referência da indústria e uma fonte confiável de previsões precisas desde o relatório inaugural em 2016.

O ÍNDICE NA ÍNTEGRA

Para baixar o ebook Pitney Bowes Parcel Shipping Index e ver o vídeo, o infográfico e o mapa interativo, visite o site do índice.

O Índice de Remessa é um exemplo de pesquisa que a Pitney Bowes conduz anualmente para fornecer informações e previsões sobre o setor de remessa e logística. A Pitney Bowes também conduz o BOXpoll, uma série de pesquisas semanais com os consumidores em parceria com a Morning Consult.

 

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